apanhado escondido em casa
 

Suspeito de matar a mãe em Machico é hospitalizado após fugir da policia em Água de Pena

NOTÍCIA EM ATUALIZAÇÃO: 18:35

A imagem é apenas uma representação fictícia de como o alegado assassino poderá ter fugido pela janela, depois de ter estado escondido na sua própria casa, a cena do crime, que, ao que tudo indica, não foi devidamente revista.

Homem foi encontrado na residência onde ocorreu o crime e transportado para o Hospital Dr. Nélio Mendonça


Suspeito localizado dias após o crime na zona da Matur

O suspeito de matar a própria mãe em Machico, na zona da Matur, em Água de Pena, foi localizado esta segunda-feira à tarde na residência onde ocorreu o crime, registado no passado dia 23 de Março.

De acordo com informações recolhidas junto de moradores locais, o alegado homicida terá regressado para recuperar bens pessoais, sendo encontrado após alerta dado por vizinhos às autoridades.

A operação contou com a intervenção da Polícia Judiciária, bem como dos Bombeiros Municipais de Machico e da PSP, que procederam ao transporte do indivíduo para o Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal.


Tentativa de suicídio ou queda acidental, durante intervenção policial

Durante a abordagem das autoridades, o suspeito terá protagonizado um momento de grande tensão ao tentar atirar-se da varanda da residência ou para fugir, ou para acabar com a própria vida. A rápida intervenção das equipas no local evitou consequências mais graves.

O homem foi imediatamente assistido no local e posteriormente encaminhado para cuidados hospitalares, onde se encontra sob observação médica.


Internamento psiquiátrico pode ser decretado

O director da Casa de Saúde Câmara Pestana, Ricardo Gomes, explicou os procedimentos aplicados em situações desta natureza, sobretudo quando há risco para o próprio ou para terceiros.

“O procedimento passa por encaminhar o indivíduo para a urgência hospitalar, onde é avaliado por um psiquiatra. Caso se confirmem comportamentos de risco, pode ser decretado um internamento involuntário”, referiu.

Segundo o especialista, esta medida implica uma avaliação clínica rigorosa e posterior comunicação ao tribunal, que decide sobre a sua validação.

“Estamos perante uma decisão que limita a liberdade individual, pelo que exige sempre validação judicial baseada em relatórios médicos”, acrescentou.


Processo segue investigação judicial

Após a avaliação inicial, o paciente poderá ser encaminhado para uma unidade especializada em saúde mental, sendo alvo de reavaliações periódicas para determinar a continuidade do internamento.

O caso permanece sob investigação da Polícia Judiciária, seguindo agora os trâmites legais e clínicos previstos na lei portuguesa.

Fonte: Diário de Notícias da Madeira

Fonte: Jornal da Madeira