Utilizadores das redes sociais identificam suspeito ligado a vários episódios de comportamento violento e perturbador na Madeira
O indivíduo que, na manhã desta terça-feira, incendiou a estátua de Cristiano Ronaldo, localizada junto ao Museu CR7, no Funchal, é o mesmo que, há algum tempo, esteve envolvido numa agressão a um cidadão que praticava corrida na via pública, segundo relatos amplamente divulgados nas redes sociais.
A identificação do suspeito foi feita por vários utilizadores que reconheceram o jovem em vídeos anteriormente tornados virais, onde este surge a ocupar espaços públicos de forma intimidatória, realizando danças estranhas ao ritmo de da música, demonstrando comportamentos erráticos.
Vídeo antigo mostra agressão a homem que corria com o seu cão
Num dos vídeos que voltou agora a circular com força nas plataformas digitais, é possível ver o mesmo indivíduo a reagir de forma violenta e inesperada contra um homem que se encontrava a trotar tranquilamente acompanhado pelo seu cão. Segundo testemunhas, o agressor teria considerado que o espaço público lhe pertencia exclusivamente.
O episódio causou indignação generalizada na altura e o vídeo tornou-se rapidamente viral. No entanto, nenhuma ação policial foi tomada, alegadamente por inexistência de uma denúncia formal junto das autoridades competentes.
População alerta para o perigo e exige intervenção urgente
Com o ataque à estátua de Cristiano Ronaldo em Funchal, símbolo internacional da Madeira, o caso ganhou uma nova dimensão. Muitos cidadãos nas redes consideram que o historial do indivíduo demonstra um padrão de comportamento perigoso, apelando agora a uma intervenção imediata das autoridades para evitar consequências mais graves.
“Não é apenas vandalismo, é uma questão de segurança pública”, comentam vários utilizadores, sublinhando que o comportamento repetido do suspeito representa um risco real para residentes, turistas e património público.
Museu CR7 já apresentou queixa formal às autoridades
Entretanto, o Museu CR7 confirmou que já foram efetuadas as devidas denúncias à polícia, relativamente ao incêndio provocado na estátua. As autoridades estarão agora a recolher provas e imagens de videovigilância para avançar com o processo.
No entanto, horas após o ataque, o mesmo indivíduo continuava ativo nas redes sociais, publicando vídeos onde surge novamente a dançar, aparentando procurar atenção, seguidores e “likes”, facto que gerou ainda mais revolta entre a população.
Caso reacende debate sobre atuação preventiva na Madeira
Este caso reacende o debate sobre a necessidade de atuação preventiva das forças de segurança perante comportamentos públicos repetidamente perturbadores. Muitos defendem que situações semelhantes não devem ser ignoradas até ocorrer um crime mais grave.
A comunidade madeirense aguarda agora desenvolvimentos oficiais, esperando que este episódio sirva de alerta para reforçar a proteção do espaço público e do património cultural da Região Autónoma da Madeira.
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