Uma mulher de 60 anos, de nacionalidade estrangeira, foi alegadamente vítima de um violento assalto na Zona Velha do Funchal, gerando preocupação entre residentes e turistas.
Agressão registada na Rua Bela de São Tiago
Uma turista estrangeira, com cerca de 60 anos, foi socorrida ao início da noite do passado domingo, após ter sido assaltada e agredida brutalmente no centro do Funchal, apurou o JM.
De acordo com uma fonte dos bombeiros, a ocorrência teve lugar na Rua Bela de São Tiago, nas imediações da Zona Velha do Funchal, uma área bastante frequentada por turistas e residentes, sobretudo durante o período nocturno.
Vítima apresentava ferimentos na face
À chegada dos meios de socorro, a mulher apresentava ferimentos compatíveis com uma agressão física, nomeadamente arranhões visíveis e um traumatismo ligeiro na face.
Segundo foi relatado ao pessoal hospitalar, a vítima afirmou ter sido abordada por indivíduos desconhecidos que tentaram assaltá-la, acabando por a agredir no local.
Bombeiros e PSP mobilizados para a ocorrência
Uma ambulância dos Bombeiros Voluntários Madeirenses foi accionada para a ocorrência, em simultâneo com a Polícia de Segurança Pública (PSP), cerca das 20 horas.
A equipa de socorro prestou assistência no local, avaliando o estado clínico da vítima, que se encontrava consciente e orientada.
Recusou transporte para o Hospital Dr. Nélio Mendonça
Apesar dos ferimentos sofridos, a mulher recusou ser transportada para os Serviços de Urgência do Hospital Dr. Nélio Mendonça, decisão que foi respeitada pelos meios de emergência.
As autoridades tomaram conta da ocorrência e deverão agora investigar as circunstâncias do alegado assalto, numa zona onde a segurança tem sido uma preocupação crescente.
Preocupação com a segurança na Zona Velha do Funchal
Este caso volta a levantar questões sobre a segurança no centro histórico do Funchal, especialmente numa altura em que a cidade recebe milhares de visitantes estrangeiros.
Residentes e comerciantes defendem um reforço da presença policial, sobretudo durante a noite, para evitar situações semelhantes e garantir a tranquilidade de quem vive e visita a capital madeirense.
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