Caos no trânsito entre o Caniço e o Funchal repete-se todas as manhãs
O trânsito intenso entre o Caniço e o Funchal voltou a marcar mais uma manhã de dia laboral na Ilha da Madeira. Ainda nem eram 7h30 e já se registavam enormes filas de automóveis, com congestionamentos que atingiam os três e quatro quilómetros, deixando milhares de condutores presos no asfalto.
Como tem sido habitual, milhares de viaturas tentam diariamente aceder à cidade do Funchal nas primeiras horas da manhã, seja para o trabalho ou para a escola. O resultado é um trânsito completamente congestionado, que transforma um percurso de poucos minutos numa verdadeira prova de paciência.
Chuva agrava circulação e aumenta o risco de acidentes
Esta manhã, a chuva que caiu sobre a região veio agravar ainda mais a situação. A visibilidade reduzida e o piso escorregadio contribuem para uma circulação mais lenta e aumentam o risco de pequenos acidentes, que são suficientes para paralisar o trânsito por completo.
Segundo relatos de condutores, basta uma ligeira colisão ou uma viatura avariada para provocar longas paragens e um efeito dominó ao longo da via, estendendo as filas por vários quilómetros.
Imagens da Vialitoral tornam-se rotina diária
As imagens captadas pela Vialitoral já se tornaram uma presença constante nas manhãs dos madeirenses. De segunda a sexta-feira, o cenário repete-se quase sem variações, com longas colunas de carros praticamente imóveis a caminho do Funchal.
Para muitos residentes, esta situação deixou de ser excecional e passou a ser encarada como parte da rotina diária. Ainda assim, o impacto é significativo na vida de milhares de pessoas.
Atrasos no trabalho e na escola são inevitáveis
Como acontece praticamente todos os dias, muitos trabalhadores e estudantes acabarão por chegar atrasados aos seus destinos. A falta de alternativas eficazes e o elevado número de veículos continuam a tornar o acesso ao Funchal um dos principais problemas de mobilidade na Madeira.
Enquanto não surgem soluções estruturais, os condutores continuam reféns de um trânsito que testa a paciência e afeta a qualidade de vida de quem depende diariamente deste trajeto.
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