Detenção ocorreu após investigação intensiva da PSP com recurso a imagens de videovigilância e prova científica
O homem suspeito do assalto com arma branca a uma loja de compra e venda de ouro no Funchal ficou em prisão preventiva, após ter sido detido ao final do dia de ontem, 13 de fevereiro, informou o Comando Regional da :contentReference[oaicite:0]{index=0} da Madeira.
O crime, que gerou forte preocupação no centro da cidade do :contentReference[oaicite:1]{index=1}, envolveu o recurso a arma branca e ocorreu numa loja dedicada à compra e venda de ouro, um setor frequentemente visado por criminosos devido ao elevado valor dos artigos comercializados.
Investigação detalhada levou à identificação do suspeito
De acordo com a PSP Madeira, o suspeito, um homem de 59 anos, foi identificado após várias diligências de investigação criminal. Entre os meios utilizados estiveram a análise de imagens de CCTV do interior do estabelecimento e a recolha de imagens de câmaras de videovigilância pública instaladas nas ruas adjacentes.
A articulação entre prova tecnológica, testemunhal e científica permitiu consolidar indícios suficientes para a emissão de um mandado de detenção fora de flagrante delito, emitido por autoridade de polícia criminal.
Este procedimento tornou possível a intercepção do suspeito já algum tempo após a prática do crime, garantindo a sua apresentação às autoridades judiciais com todos os elementos de prova recolhidos.
Provas remetidas ao Ministério Público
A investigação reuniu ainda prova de natureza científica, documental e testemunhal, entretanto remetida ao :contentReference[oaicite:2]{index=2}, entidade responsável pela condução do inquérito.
Segundo fonte policial, o processo encontra-se agora em fase judicial, com os elementos probatórios considerados consistentes para sustentar a aplicação de medidas de coação severas.
Suspeito já tinha antecedentes por roubo na Madeira
As autoridades revelaram ainda que o detido já havia cometido, em 2024, um roubo na Igreja do Carmo, no Funchal, onde se terá apropriado de uma quantia significativa em dinheiro. Após esse crime, o indivíduo terá abandonado a Região Autónoma da Madeira, deixando a entidade lesada em situação de sérias dificuldades financeiras.
Este antecedente reforçou o entendimento das autoridades quanto ao risco de fuga e à necessidade de aplicação de uma medida de coação mais gravosa.
Prisão preventiva aplicada após primeiro interrogatório
Após o primeiro interrogatório judicial, foi aplicada ao arguido a medida de coação mais gravosa — prisão preventiva. O suspeito recolheu ao Estabelecimento Prisional do Funchal, onde permanecerá até ao julgamento.
A decisão judicial teve em conta a gravidade dos factos, os antecedentes criminais e o perigo de continuação da atividade criminosa, fatores determinantes na aplicação desta medida.
Crime no Funchal reacende debate sobre segurança no comércio de ouro
O caso volta a colocar em destaque as questões relacionadas com a segurança no comércio de ouro no Funchal e o reforço da vigilância nas zonas comerciais da cidade. A PSP Madeira sublinha que continuará a apostar na prevenção e investigação criminal, recorrendo a tecnologia de videovigilância e cooperação com comerciantes locais.
A população é também incentivada a colaborar com as autoridades, denunciando comportamentos suspeitos e contribuindo para a manutenção da segurança pública na Região.
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