Hospital Dr. Nélio Mendonça: Miguel Albuquerque garante que terrenos pertencem à Região e desvaloriza polémica
O presidente do Governo Regional da Madeira,
“Não é uma questão de propriedade, é uma questão de registo de propriedade”, afirmou o governante, numa declaração firme que pretende dissipar dúvidas sobre a titularidade dos terrenos onde está implantado o
Esclarecimento durante visita empresarial no Funchal
As declarações foram prestadas durante uma visita oficial às instalações da empresa
O presidente recordou que, até aos anos 80, muitas escrituras eram realizadas apenas com o número de matriz, sendo que o registo predial obrigatório para prédios urbanos e rústicos passou a ser exigido posteriormente. Esta alteração legislativa terá deixado vários processos por regularizar, incluindo o caso agora em destaque.
Terrenos são da Região, garante o Governo
“Isso não significa que os terrenos não sejam da Região. São da Região. Falta proceder ao registo”, reforçou Miguel Albuquerque, sublinhando que não existe qualquer disputa sobre a propriedade efectiva dos terrenos.
O chefe do executivo madeirense procurou assim tranquilizar a população, garantindo que o património público da Região Autónoma da Madeira não está em causa. Segundo explicou, trata-se de um procedimento formal que será tratado “oportunamente”.
Futuro do hospital só depois de 2030
Questionado sobre eventuais decisões relacionadas com o futuro do hospital, Miguel Albuquerque foi claro ao afirmar que qualquer definição estratégica apenas deverá ocorrer após 2030.
O governante acrescentou que, neste momento, existem “outros registos mais urgentes” a efectuar, priorizando assim processos administrativos considerados essenciais para a gestão do património regional.
Hospital Dr. Nélio Mendonça continua a ser referência na Madeira
O Hospital Dr. Nélio Mendonça, localizado no Funchal, é a principal unidade hospitalar da Madeira, servindo milhares de utentes todos os anos. A instituição assume um papel central no Serviço Regional de Saúde da Madeira, sendo estratégica para a prestação de cuidados médicos diferenciados na Região.
Com este esclarecimento, o Governo Regional pretende pôr fim às dúvidas sobre a legalidade dos terrenos, reforçando que não está em causa qualquer perda de propriedade, mas apenas uma formalização administrativa.
Fonte: RTP
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